The future of Europe: towards a two-speed EU?
The European Union is in crisis. Public unease with the project, problems with the euro and dysfunctional institutions give rise to the real danger that the European Union will become increasingly irrelevant just as its Member States face more and more challenges in a globalized world. Jean-Claude Piris, a leading figure in the conception and drafting of the EU's legal structures, tackles the issues head on with a sense of urgency and with candour. The book works through the options available in the light of the economic and political climate, assessing their effectiveness. By so doing, the author reaches the (for some) radical conclusion that the solution is to permit ‘two-speed’ development: allowing an inner core to move towards closer economic and political union, which will protect the Union as a whole. Compelling, critical and current, this book is essential reading for all those interested in the future of Europe.
Jean-Claude Piris served as the Legal Counsel of the Council of the EU and Director General of its Legal Service from 1988 to 2010.
Ver Cambridge University Press
maio 30, 2012
maio 14, 2012
maio 08, 2012
maio 07, 2012
maio 04, 2012
abril 27, 2012
O programa nuclear iraniano e o mistério da "fatwa" desaparecida

Has Iran’s Supreme Leader issued a fatwa prohibiting the manufacture and use of nuclear weapons? U.S. policymakers, including Secretary of State Hillary Clinton, seem to think so. They believe that such a fatwa, or religious ruling, may prove critical in negotiations to stop Iran’s nuclear ambitions short of a bomb.
Given that Ayatollah Ali Khamenei is not only Iran’s foremost political leader but also the country’s foremost spiritual authority, a ruling of this sort would mark a major breakthrough. Such a possibility has certainly been on Clinton’s mind. Earlier this month, on the eve of the first round of negotiations in Istanbul between American and Iranian diplomats, she explained: If the fatwa “is indeed a statement of principle, of values, then it is a starting point for being operationalized, which means that it serves as the entryway into a negotiation as to how you demonstrate that it is indeed a sincere, authentic statement of conviction.”
The fatwa is believed to date back to 2005—or at least that’s the date that Iranian officials cite. For instance, just two weeks ago a Washington Post op-ed (“Iran: We do not want nuclear weapons”) by Iranian Foreign Minister Ali Akbar Salehi referred to the 2005 ruling: “Almost seven years ago, Iranian Supreme Leader Khamenei made a binding commitment. He issued a religious edict—a fatwa—forbidding the production, stockpiling and use of nuclear weapons.”
Well, that would seem to solve everything. If Iran doesn’t really want the bomb, then the confrontation that so many fear will have been averted. Indeed, if Khamenei has declared that a nuclear bomb is un-Islamic, then the second round of negotiations between Iran and the United States scheduled for Baghdad at the end of next month is unnecessary.
Unfortunately, no one can find the fatwa. And even if it did exist, it would appear that it is nothing more than a ploy to sow confusion among Iranian adversaries—especially the United States.
Ver notícia no Tablet mag
abril 21, 2012
abril 17, 2012
Argentina versus Espanha: Cristina Kirchner avança com projeto-lei de expropriação da petrolífera YPF, detida pela Repsol

Através de una cadena nacional, el Gobierno anunció hoy formalmente el envío al Congreso de un proyecto de ley para expropiar el 51% de YPF, a un precio que fijará el Tribunal de Tasaciones de la Nación y en el marco de la declaración de “interés público y nacional” al “autoabastecimiento de hidrocarburos”. El total a expropiar pertenece a la española Repsol.
El proyecto lleva por título “De la soberanía hidrocarburífera de la República Argentina”. En lo esencial, tiene varios puntos de contacto con el texto que había trascendido la semana pasada y que ya era analizado por legisladores oficialistas, aunque éste incorpora los reclamos de las provincias productorasde hidrocarburos.
El primer artículo del proyecto, de un total de 19 y que hoy mismo será enviado al Parlamento, declara “de interés publico nacional y como objetivo prioritario el logro del autoabastecimiento de hidrocarburos” y “la explotación, industrialización, trasnporte y comercialización de hidrocarburos”.
Ese marco es el que permite la parte más sustancial del proyecto: la declaración de “utilidad pública y sujeto a expropiación” del 51% de YPF Sociedad Anónima. Esas acciones, especifica el proyecto, se repartirán entre el Estado Nacional y las provincias que integran la Organización Federal de Provincias Productoras de Hidrocarburos (OFEPHI) de modo tal que el Estado nacional tendrá el 26,01% del total y las provincias productoras, el 24,99% (con, respectivamente, el 51% y el 49% del 51% que sería expropiado).
El texto establece, además, que el 51% a expropiar estará “representado por igual porcentaje de las acciones Clase D pertenecientes a Repsol YPF Sociedad Anónima” (es decir que, por lo menos según está planteado, no expropian las acciones que tiene la familia Eskenazy a través del Grupo Petersen ni las de los accionistas que compraron los títulos en la bolsa); que el ejercicio de los derechos accionarios de las provincias, además, se realizará “en forma unificada por el plazo mínimo de 50 años a través de un pacto de sindicación de acciones”, y que “se encuentra prohibida la transferencia posterior de tales acciones (las expropiadas) sin la autorización del Congreso de la Nación”. [...].
Ver notícia no Clarín
abril 09, 2012
Irlanda: referendo sobre tratado europeu a 31 de maio, desta vez sem "euro-tropeção"?
O referendo na Irlanda sobre o novo pacto orçamental europeu decorrerá a 31 de maio, anunciou esta terça-feira o governo.
«Numa reunião esta manhã, o governo marcou a data do referendo» sobre o tratado. «Este realizar-se-á na quinta-feira dia 31 de maio», disse o vice-primeiro-ministro, Eamon Gilmore, no parlamento, citado pela Lusa.
No final de janeiro, os dirigentes da União Europeia, com exceção do Reino Unido e da República Checa, aprovaram um pacto de disciplina orçamental para tentar combater a crise da dívida.
Aceitaram, assim, inscrever na legislação nacional uma «regra de ouro», um limite para o valor do défice, bem como sanções quase automáticas em caso de derrapagem dos défices públicos.
«O governo vai organizar uma vasta campanha de informação para garantir que os eleitores são informados do conteúdo do tratado e facilitar um verdadeiro debate sobre a decisão que o governo deverá tomar em relação ao assunto», explicou o «número dois» do governo.
O anúncio de Dublin, no final de fevereiro, de referendar o pacto orçamental, foi recebido por Bruxelas com preocupação.
Segundo uma sondagem divulgada no domingo, 49 por cento dos irlandeses pronunciar-se-ão a favor do tratado, 33 por cento votarão contra e 18 por cento estão indecisos.
Ver notícia da Agência Financeira
«Numa reunião esta manhã, o governo marcou a data do referendo» sobre o tratado. «Este realizar-se-á na quinta-feira dia 31 de maio», disse o vice-primeiro-ministro, Eamon Gilmore, no parlamento, citado pela Lusa.
No final de janeiro, os dirigentes da União Europeia, com exceção do Reino Unido e da República Checa, aprovaram um pacto de disciplina orçamental para tentar combater a crise da dívida.
Aceitaram, assim, inscrever na legislação nacional uma «regra de ouro», um limite para o valor do défice, bem como sanções quase automáticas em caso de derrapagem dos défices públicos.
«O governo vai organizar uma vasta campanha de informação para garantir que os eleitores são informados do conteúdo do tratado e facilitar um verdadeiro debate sobre a decisão que o governo deverá tomar em relação ao assunto», explicou o «número dois» do governo.
O anúncio de Dublin, no final de fevereiro, de referendar o pacto orçamental, foi recebido por Bruxelas com preocupação.
Segundo uma sondagem divulgada no domingo, 49 por cento dos irlandeses pronunciar-se-ão a favor do tratado, 33 por cento votarão contra e 18 por cento estão indecisos.
Ver notícia da Agência Financeira
abril 03, 2012
Roubini diz que a Grécia, Portugal, Irlanda, Itália e Espanha deverão abandonar a zona euro a médio prazo
La crisis en el Viejo Continente es como un matrimonio en problemas y la única solución es el divorcio. Al menos así lo considera el economista Nouriel Roubini, conocido como "doctor catástrofe".
En una columna de opinión escrita en colaboración con Arnab Das, director de la consultora RGE, para el Financial Times, ambos determinan que Grecia y otros países de la zona euro como Portugal e Irlanda siguen teniendo serios problemas.
Para ambos expertos, estos países podrían necesitar una mayor reestructuración ya que la zona euro carece de los componentes esenciales necesarios para lograr una unión monetaria exitosa. Por ello, sugieren que la fragmentación de la Eurozona es la mejor solución a medio plazo a la crisis.
La "división puede ser difícil de hacer, pero es mejor que seguir viviendo en un matrimonio mal avenido". Para hacer frente a lo que, argumentan, son las principales taras del diseño de la zona euro, Roubini y Das proponen un "acuerdo de divorcio" en el que algunos países, idealmente, Portugal, Irlanda, Italia, Grecia y España, abandonen la Eurozona mientras un grupo de países estables continúan conservando el euro. [...]
Ver notícia no elEconomista.es
março 28, 2012
‘Preparem-se para uma nova era de choques petrolíferos‘ artigo de Martin Wolf no Financial Times
[...] Oil, unlike natural gas, is a globally traded commodity, whose price is set in world markets. In 2010, the US produced 7.8m barrels a day, 9 per cent of the world’s supply. Unlike Saudi Arabia, the US lacks spare capacity: it is a price taker. Responding to his critics, Mr Obama said: “We are drilling more. We are producing more. But the fact is, producing more oil at home isn’t enough to bring gas prices down overnight.” These remarks are correct, except for the last word. Producing more oil would have next to no effect on oil prices.
Moreover, if there is a specific cause for the rise in oil prices, it is the tightening of sanctions on Iran, which Republicans support. If, as many desire, military action is taken, the impact on oil prices and the world economy will be far greater.
In the longer run, a big reduction in US demand, still 20 per cent of the world’s total, might make an appreciable difference to prices. Moreover, the relative wastefulness of US oil use, compared with other high-income countries, would make such a reduction quite easy to achieve. The best way to make this happen would be to raise prices, via higher taxation. But that policy is deemed un-American. It is a policy fit only for European wimps.
Yet, despite the absurd politicking, we should be concerned about the economic impact of high oil prices: a rise of $10 in the price of oil shifts $320bn a year from higher-spending consumers to lower-spending producers, within and across countries. The 15 per cent rise since December 2011 would shift close to $500bn. The real price of oil is also very high, by historical standards (see chart). Further rises would take the world into uncharted territory. [...]
Ver artigo no Financial Times
Moreover, if there is a specific cause for the rise in oil prices, it is the tightening of sanctions on Iran, which Republicans support. If, as many desire, military action is taken, the impact on oil prices and the world economy will be far greater.
In the longer run, a big reduction in US demand, still 20 per cent of the world’s total, might make an appreciable difference to prices. Moreover, the relative wastefulness of US oil use, compared with other high-income countries, would make such a reduction quite easy to achieve. The best way to make this happen would be to raise prices, via higher taxation. But that policy is deemed un-American. It is a policy fit only for European wimps.
Yet, despite the absurd politicking, we should be concerned about the economic impact of high oil prices: a rise of $10 in the price of oil shifts $320bn a year from higher-spending consumers to lower-spending producers, within and across countries. The 15 per cent rise since December 2011 would shift close to $500bn. The real price of oil is also very high, by historical standards (see chart). Further rises would take the world into uncharted territory. [...]
março 23, 2012
Terrorismo islamista: o fim da excepção francesa de ausência de atentados domésticos (cartoon de Laora Paoli na Slate.fr)
Après une série d'attentats dans les années 1980 et 1990, principalement revendiqués par le GIA (Groupe islamiste armé, algérien), les autorités françaises avaient été les premières en Europe à s'intéresser aux violences des extrémistes musulmans, à une époque où les Britanniques se préoccupaient des paramilitaires irlandais et les Espagnols des indépendantistes basques. Cela avait conduit nombre d'organisations islamistes à quitter Paris pour Londres, où les forces de police et de sécurité les laissaient à peu près tranquilles. On estimait alors que cela faciliterait l'infiltration de ces mouvements, et qu'ainsi, les djihadistes locaux ne s'en prendraient pas à leur pays de résidence. Les attentats dans les transports londoniens en juillet 2007 ont prouvé le contraire. Paris et d'autres capitales alliées, dont Washington, avaient d'ailleurs mis en garde contre cette éventualité.
Parallèlement, la France s'était probablement mise temporairement à l'abri en refusant, contrairement au Royaume-Uni et à l'Espagne, de participer à la coalition américaine qui a envahi l'Irak - participation qui, à l'époque, fut le principal argument de radicalisation des jeunes musulmans britanniques, selon Eliza Manningham-Buller, qui dirigeait alors le MI-5 [le service de renseignement intérieur britannique].
Mais le répit français a été de courte durée et la France, en particulier sous la présidence de Nicolas Sarkozy, a adopté une position de plus en plus agressive en matière de lutte antiterroriste. Selon des chiffres publiés l'année dernière par Europol, la police européenne, la France a réalisé 94 des 179 arrestations d'"individus liés au terrorisme islamiste", soit plus de la moitié. Ce qui, selon les termes du gouvernement français, faisait du pays "le premier rempart contre cette menace en Europe". "La méthode préventive à la française paie", insistait le criminologue Alain Bauer, qui conseillait les autorités sur la question de la menace terroriste. [...].
Ver artigo original do The Independent e a tradução francesa do Courrier International
março 16, 2012
União Europeia nega existência de guerra comercial com a China
Business between the EU and China is running as usual, despite highly-public trade differences between the two economic powerhouses, the Danish trade minister has said.
"I wouldn't say that [EU-China trade relations] are deteriorating, I think they are just more in the open now," Pia Olsen Dyhr, whose country currently holds the rotating EU chairmanship, told EUobserver in an interview on Thursday (16 March).
Her comments come two days after the EU joined the US and Japan in a fresh complaint to the World Trade Organisation (WTO) over China's restrictions on the export of so-called rare earth elements, used in the manufacture of high-tech devices.
"China has been a member of the WTO for 10 years now and some member countries are testing how it is implementing the rules," she said. "That is why we see these cases arising. In the beginning they had a transition period but that is running out."
The complaint over rare earth exports came on top of a delay last week of a multi-billion-euro Chinese order of European-made Airbus jets, seen as retaliation against a new EU tax on airlines' carbon emissions. [...]
Ver notícia no EUObserver
"I wouldn't say that [EU-China trade relations] are deteriorating, I think they are just more in the open now," Pia Olsen Dyhr, whose country currently holds the rotating EU chairmanship, told EUobserver in an interview on Thursday (16 March).
Her comments come two days after the EU joined the US and Japan in a fresh complaint to the World Trade Organisation (WTO) over China's restrictions on the export of so-called rare earth elements, used in the manufacture of high-tech devices.
"China has been a member of the WTO for 10 years now and some member countries are testing how it is implementing the rules," she said. "That is why we see these cases arising. In the beginning they had a transition period but that is running out."
The complaint over rare earth exports came on top of a delay last week of a multi-billion-euro Chinese order of European-made Airbus jets, seen as retaliation against a new EU tax on airlines' carbon emissions. [...]
Ver notícia no EUObserver
março 13, 2012
março 05, 2012
Eleições na Rússia: sai Medvedev reentra Putin (Batman & Robin, nas palavras do embaixador americano reveladas nos ficheiros Wikileaks)
A margem da vitória de Putin é superior à prevista na projecção divulgada pelo instituto estatal VTsIOM após o fecho das urnas (58,3%), mas ainda assim dentro do que tinha sido previsto pelas sondagens antes das eleições, então numa margem entre os 59% e os 66%.
O primeiro-ministro e antigo Presidente (entre 2000 e 2008) vê, assim, garantido o seu regresso ao Kremlin já à primeira volta – agora para um mandato de seis anos, ao fim do qual pode ainda voltar a recandidatar-se, permanecendo no poder até 2024, por um período quase tão extenso quanto aquele em que José Estaline esteve à frente dos destinos da União Soviética.
Muito antes de a contagem estar concluída, Putin dirigiu-se à multidão que se juntou frente ao Kremlin para festejar a sua reeleição. “Prometi-vos que iriamos ganhar e ganhámos”, disse o ainda primeiro-ministro, que surgiu no palanque ao lado de Dmitri Medvedev, que lhe sucedeu na presidência e agora deverá assumir a chefia do Governo.
Emocionado, o homem forte do Kremlin disse que esta foi uma vitória clara “numa luta aberta e honesta”. Os eleitores “não deixaram destruir o Estado russo”, afirmou, numa alusão às manifestações que se seguiram à vitória do partido Rússia Unida nas legislativas de Dezembro, que a oposição considera fraudulentas. [...]
Ver notícia no Público
O primeiro-ministro e antigo Presidente (entre 2000 e 2008) vê, assim, garantido o seu regresso ao Kremlin já à primeira volta – agora para um mandato de seis anos, ao fim do qual pode ainda voltar a recandidatar-se, permanecendo no poder até 2024, por um período quase tão extenso quanto aquele em que José Estaline esteve à frente dos destinos da União Soviética.
Muito antes de a contagem estar concluída, Putin dirigiu-se à multidão que se juntou frente ao Kremlin para festejar a sua reeleição. “Prometi-vos que iriamos ganhar e ganhámos”, disse o ainda primeiro-ministro, que surgiu no palanque ao lado de Dmitri Medvedev, que lhe sucedeu na presidência e agora deverá assumir a chefia do Governo.
Emocionado, o homem forte do Kremlin disse que esta foi uma vitória clara “numa luta aberta e honesta”. Os eleitores “não deixaram destruir o Estado russo”, afirmou, numa alusão às manifestações que se seguiram à vitória do partido Rússia Unida nas legislativas de Dezembro, que a oposição considera fraudulentas. [...]
Ver notícia no Público
março 02, 2012
março 01, 2012
Leituras para refletir: ‘A Europa em Crise‘
O século XXI começou mal para a Europa e o Ocidente. A
crise financeira iniciada em 2007/2008 nos EUA transformou-se na crise mais
grave do pós-II Guerra Mundial. Em pouco tempo a União Europeia e a zona euro
ficaram no centro do turbilhão. Será que o capitalismo globalizado se tornou
uma “paixão nociva”? Quais são as raízes mais profundas desta crise? Como será
possível ultrapassá-la? Hoje tornou-se claro que a crise é também demográfica,
ética e de estilos de vida. Está em causa a sustentabilidade do modelo europeu
e a influência euro-ocidental no mundo. Todavia, como portugueses e europeus,
traz-nos uma oportunidade única de reflexão sobre o nosso futuro coletivo.
Etiquetas:
Capitalismo,
Crise Financeira,
Europa,
UEM,
União Europeia
fevereiro 27, 2012
fevereiro 24, 2012
Proliferação nuclear: bombardear o Irão?
For years Iran has practised denial and deception; it has blustered and played for time. All the while, it has kept an eye on the day when it might be able to build a nuclear weapon. The world has negotiated with Iran; it has balanced the pain of economic sanctions with the promise of reward if Iran unambiguously forsakes the bomb. All the while, outside powers have been able to count on the last resort of a military assault.
Today this stand-off looks as if it is about to fail. Iran has continued enriching uranium. It is acquiring the technology it needs for a weapon. Deep underground, at Fordow, near the holy city of Qom, it is fitting out a uranium-enrichment plant that many say is invulnerable to aerial attack. Iran does not yet seem to have chosen actually to procure a nuclear arsenal, but that moment could come soon. Some analysts, especially in Israel, judge that the scope for using force is running out. When it does, nothing will stand between Iran and a bomb.
The air is thick with the prophecy of war. Leon Panetta, America’s defence secretary, has spoken of Israel attacking as early as April. Others foresee an Israeli strike designed to drag in Barack Obama in the run-up to America’s presidential vote, when he will have most to lose from seeming weak. [...]
Ver artigo no The Economist
Today this stand-off looks as if it is about to fail. Iran has continued enriching uranium. It is acquiring the technology it needs for a weapon. Deep underground, at Fordow, near the holy city of Qom, it is fitting out a uranium-enrichment plant that many say is invulnerable to aerial attack. Iran does not yet seem to have chosen actually to procure a nuclear arsenal, but that moment could come soon. Some analysts, especially in Israel, judge that the scope for using force is running out. When it does, nothing will stand between Iran and a bomb.
The air is thick with the prophecy of war. Leon Panetta, America’s defence secretary, has spoken of Israel attacking as early as April. Others foresee an Israeli strike designed to drag in Barack Obama in the run-up to America’s presidential vote, when he will have most to lose from seeming weak. [...]
Ver artigo no The Economist
fevereiro 18, 2012
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